As cidades já possuem um barulho que lhe são inerentes. Ruído dos automóveis, ônibus, caminhão, buzina, gritos de vendedores ambulantes, pessoas conversando competindo com esse "barulho natural", os latidos do cachorrinho que passeia com seu dono... enfim, poderíamos listar inúmeras situações que vemos todos os dias. E que, talvez por vermos todos os dias, acabamos por não perceber o quanto todo esse barulho pode ser incômodo e maléfico à saúde.
Não temos que viver presos numa 'muralha de silêncio', entretanto, não precisamos construir e sustentar um caos sonoro, que apesar de todo o barulho, é de forma discreta e silenciosa que consome nossa saúde e bem-estar.
Abaixo, você verá uma série de pesquisas disponibilizadas na internet, das quais reuni aqui para entendermos melhor como funciona os problemas desencadeados pela poluição sonora.
Você sabia que a super exposição a poluição sonora pode causar até infarto e alterações hormonais?
" Qualquer barulho acima de 55DB é interpretado pelo organismo como uma forma de agressão (...)" Visite este
link da Abril, que mostra como o barulho pode afetar nosso organismo.
Nesta reportagem, poderemos ver os malefícios promovidos pela poluição sonora, mas também supostas soluções, ou pelo menos tentativas de se amenizar esses prejuízos. Em Curitiba, há um decreto de lei municipal que estipula uma 'zona de silêncio' num raio de 200m de áreas como hospitais e escolas, já que o barulho intenso e massivo prejudica categoricamente no processo de aprendizagem.
Neste site
aqui, vemos uma lista de prejuízos ao organismo humano devido a poluição sonora:
EFEITOS EXTRA – AUDITIVOS
Segundo MEDEIROS (1999), “o excesso de ruído afeta o indivíduo sob vários aspectos”, causando perda auditiva e outras alterações orgânicas, alterações emocionais e alterações sociais, realizando um estudo, onde destaca essas alterações, indicando as que, atualmente, são citadas na literatura:
· vertigem;
· náuseas e vômito;
· desmaio;
· diarréia ou prisão de ventre;
· dor de cabeça;
· distúrbios hormonais;
· distúrbios cardiovasculares;
· dilatação de pupilas;
· distúrbios do sono, pois o barulho causa irritabilidade, cansaço e dificuldade de concentração;
· cansaço, alterando o rendimento de trabalho;
· estresse;
· falta de atenção e concentração, prejudicando o desempenho em realizar algumas tarefas;
· redução da potência sexual;
· mudanças na conduta e no humor;
· depressão;
· ansiedade e distúrbios da comunicação, pois em locais barulhentos a comunicação verbal é prejudicada e, também, devido à dificuldade de entender a conversação, pelo déficit auditivo.
Bem, com todos esses problemas desencadeados pela poluição sonora, será que não está na hora de repensarmos nossas posturas quanto ao abuso de alguns cidadãos que alimentam cada vez mais esse quadro de consolidação dessa poluição sonora?